ReferNet Portugal dá o primeiro passo para estabelecer uma rede com instituições nacionais

No dia 12 de Dezembro decorreu, nas instalações do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, uma reunião com a ReferNet e instituições nacionais com responsabilidades na área do ensino e formação profissional (EFP) com o objetivo de dar o primeiro passo no estabelecimento de uma rede nacional.

A ReferNet é a rede Europeia especializada em EFP e que inclui um representante de cada Estado-Membro, Islândia e Noruega. É coordenada pelo Cedefop desde 2002 e tem como principal objetivo recolher informação e monitorizar o desenvolvimento dos sistemas e políticas de EFP.

A DGERT, enquanto representante de Portugal junto do Cedefop nesta rede, tenciona dar uma nova dinâmica e criar uma rede de instituições nacionais relevantes na área do EFP.

Pretende-se que a rede assente

  • Num espírito de cooperação, partilha e divulgação de conhecimentos e informação entre diversas entidades que detêm responsabilidades na área do EFP;
  • Desenvolvimento de atividades realizadas em parceria, e;
  • Num contacto constante entre os parceiros.

Iniciando-se com a apresentação e contextualização da ReferNet e do Cedefop, foi apresentado aos futuros parceiros as atividades que serão desenvolvidas durante o próximo ano 2018. A sua colaboração será uma mais-valia na elaboração e atualização dos relatórios, como o desenvolvimento de políticas de EFP, o sistema de EFP em Portugal, artigos temáticos, notícias nacionais sobre EFP e ações de visibilidade.

A reunião contou com a presença da Dra. Sylvie Bousquet, coordenadora Europeia da ReferNet no Cedefop, Dr. Fernando José, Sub Diretor-Geral da DGERT, Dra. Fernanda Ferreira, coordenadora nacional da ReferNet, e os representantes das instituições convidadas: ANQEP, CAP, CCP, CECOA, CEFOSAP, CIP, DGEEC, Eurydice, IEFP, ITP e UGT.

Os participantes discutiram temáticas e metodologias que consideram essenciais para estabelecer uma rede:

  • Realizar reuniões semestrais de forma a disseminar a informação e reforçar os laços na rede;
  • Estabelecer canais de comunicação e definir o tipo de informação que cada entidade pode disponibilizar;
  • Definir o público-alvo e pontos de interesse que devem ser aprofundados;
  • Sistematizar a metodologia a ser utilizada;
  • Criar sinergias entre plataformas;
  • Encontrar formas de trabalhar não só para a rede mas também para uma audiência mais alargada.

Esta reunião foi o início de uma nova metodologia de trabalho baseada na cooperação entre entidades públicas e privadas com responsabilidades na área de EFP. Os acordos de parceria serão formalizados no início do próximo ano.

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