Processo de Copenhaga e desenvolvimentos posteriores

Documentos da União Europeia com relevância para o desenvolvimento de prioridades políticas, mutuamente acordadas, no âmbito do ensino e formação profissional (EFP).

Os ministros responsáveis pela área do ensino e formação profissional da União Europeia, dos países candidatos, da Islândia, da Noruega e do Liechtenstein, reunidos em Riga, subscreveram as novas prioridades para a cooperação europeia no domínio da educação e da formação.

Relatório conjunto de 2015 do Conselho e da Comissão sobre a aplicação do quadro estratégico para a cooperação europeia no domínio da educação e da formação (EF 2020).

Conclusões do Conselho e dos Representantes dos Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, sobre as prioridades da cooperação Europeia reforçada em matéria de ensino e formação profissionais no período de 2011-2020.

Comunicado dos Ministros Europeus do Ensino e Formação Profissionais,  dos parceiros sociais europeus e da Comissão Europeia, reunidos em Bruges, em 7 de Dezembro de 2010, para rever a abordagem estratégica e as prioridades do processo de Copenhaga para 2011-2020.

Comunicado dos Ministros Europeus do ensino e formação profissionais, dos parceiros sociais europeus e da Comissão Europeia, reunidos em Bordéus em 26 de Novembro de 2008 para rever as prioridades e estratégias do processo de Copenhaga.

Comunicado dos Ministros Europeus do ensino e formação profissional, dos Parceiros Sociais Europeus e da Comissão Europeia, reunidos em Helsínquia, em 5 de Dezembro de 2006, para rever as prioridades e estratégias do Processo de Copenhaga.

Prioridades futuras da cooperação Europeia reforçada em matéria de EFP (Revisão da Declaração de Copenhaga de 30 de Novembro de 2002).

Declaração dos Ministros Europeus do ensino e formação profissional, e a Comissão Europeia, aprovada em Copenhaga em 29 e 30 de Novembro de 2002 sobre o reforço da cooperação Europeia em matéria de EFP.

Lançado em 2002, o processo de Copenhaga visa melhorar o desempenho, a qualidade e a atratividade do EFP através de uma cooperação reforçada a nível europeu. O processo baseia-se em prioridades mutuamente acordadas, revistas de dois em dois anos.